
Preços das Casas em Portugal 2026: A Maior Subida da UE
Os preços subiram 17,8% no ano até ao 1.º trimestre de 2026, o valor mais alto da UE, com menos 8,7% de vendas. O que muda para quem compra casa.
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Analista Imobiliária para a Ibéria
Elena cobre o imobiliário ibérico na AiMYNDi — primeiro Espanha, Portugal logo a seguir. Construiu o início da carreira à volta de compradores internacionais a braços com a nota simple, o processo de NIE e as surpresas de IRPF que apanham os não residentes no ano seguinte à escritura. Escreve sobre a mecânica legal e fiscal que quem compra precisa mesmo de perceber, na linguagem que essas pessoas usam.

Os preços subiram 17,8% no ano até ao 1.º trimestre de 2026, o valor mais alto da UE, com menos 8,7% de vendas. O que muda para quem compra casa.

O Decreto-Lei n.º 151/2026 permite aos municípios com mais de mil alojamentos locais prolongar a suspensão de novos registos até 31 de dezembro de 2026.

Na Noruega são 2,5% sobre o valor de mercado no registo. Portugal cobra 7,5% ao não residente, e o EEE não aparece na norma que fixa essa taxa.

Os não residentes pagam 7,5% de IMT sem qualquer isenção. Há duas vias para recuperar a diferença, mas o requerimento caduca ao fim de seis meses.

Desde 2024 o notário já não exige a licença de utilização na escritura. O que o RJUE prevê agora, a isenção anterior a 1951 e o que o comprador deve verificar.

Um comprador não residente paga 7,5% de IMT sem qualquer isenção, e os três dias de reflexão do direito neerlandês não têm equivalente português.

A caderneta predial das Finanças e a certidão permanente do registo descrevem a mesma casa de dois lados. O que cada uma mostra, o custo e onde surgem os ónus.

Um comprador não residente paga 7,5% de IMT sem qualquer isenção. E fica vinculado muito antes de um notário ler o contrato, como se faz na Alemanha.

Um bostadsrätt sueco não paga imposto de transmissão. Portugal não tem essa figura e cobra 7,5% ao não residente, reembolsáveis apenas em seis meses.

Um não residente paga 7,5% de IMT em Portugal, sem qualquer isenção, contra 1,5% na Finlândia. Duas vias devolvem a diferença, no prazo de seis meses.

A Dinamarca exige autorização do Ministério da Justiça a quem não tem residência. Portugal não exige nada e cobra 7,5%, reembolsáveis em seis meses.
7 editores e analistas contribuem para a redação da AiMYNDi nos mercados europeus.